Couve-flor Gratinada – Lembranças com Água na Boca

Chef Taico

Receita: Couve-flor gratinada

Tempo de preparo: 45min | Serve 06 pessoas

 

Ingredientes:

  • 01 couve-flor grande em floretes
  • 01 litro de leite
  • 02 colheres de sopa de farinha de trigo
  • 03 colheres de sopa de manteiga
  • 06 fatias de pão de forma sem casca
  • Queijo ralado
  • 01 cebola picada
  • Sal e pimenta e noz moscada

 

Modo de preparo:

  1. Cozinhe a couve flor em água quente com um pouco de sal. Não deixe cozinhar demais. Reserve.
  2. Derreta a manteiga e refogue a cebola. Junte a farinha e mexa bem em fogo baixo por uns três minutos. Tempere com sal, pimenta e noz moscada.
  3. Coloque o leite aos poucos mexendo sempre até obter um molho cremoso.
  4. Coloque uma camada de molho no refratário.
  5. Arrume o pão de forma no refratário e sobre ele os floretes, distribua o molho sobre tudo e cubra com o queijo ralado. Leve ao forno para gratinar.

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Crônica: “Apetitando”

 

Não era fácil.

Em tempos de boiadas pesadas, a carne era abundante e a conta era de muitos bifes por cabeça.

Nos sítios e chácaras colonizados por japoneses as hortas eram enormes e variadas. Longe de serem “hortas de couve” ou de quiabos, os longos canteiros bem aprumados e adubados exibiam variedades às quais não estávamos muito acostumados.

Numa passeada pelos vãos de cascalho batido, entre hastes de bambu, coberturas de folhas, e montes de estercos podíamos nos deparar com enormes cabeças de repolho, couve-flor, acelga, brócolis, nabos, cenouras, etc.

Na Avenida Higienópolis, abaixo da Alagoas, a feira descia até a Igrejinha.

Barracas eram montadas e tudo o que era produzido no rico solo vermelho por ali era ofertado.

Tudo isto bem na porta da minha casa.

A cesta de palha trançada vinha cheia de legumes e verduras, isso fazia meu pai suar um pouco logo cedo no domingo: refeições coloridas pra toda a semana.

A molecada era muito carnívora.

O grande trabalho das nossas matriarcas era nos convencer a comer aquelas folhas, flores e frutos.

Do Divino “DOM” da culinária vinha uma sabedoria que fazia minha avó dizer: “cozinhar é ponto filhinho”.

E no “timing” correto ia “Apetitando” tudo, transformando e saborizando, com texturas exatas e aparências provocantes.

E ali na mesa eu exclamava : “Que delícia, couve-flor gratinada”.


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