Medalhão de Filé Mignon – Lembranças com Água na Boca

Chef Taico

Receita: Medalhão de Filé Mignon

Tempo de preparo: 40h | Serve 03 pessoas

 

Ingredientes:

  • A parte central do filé mignon sem a ponta ou a cabeça
  • 06 fatias de bacon
  • 03 colheres de sopa de manteiga
  • Folhas de sálvia
  • 200 ml de vinho branco seco
  • 01 colher de sobremesa de amido de milho dissolvido em 100 ml de água
  • Sal e pimenta

 

Modo de preparo:

  1. Derreta a manteiga com as folhas de sálvia até que a manteiga fique saborizada.
  2. Retire as folhas de sálvia da manteiga
  3. Enrole uma fatia de bacon na primeira parte do filé, prenda com um palito e com uma pequena folga em relação ao bacon corte fazendo o medalhão. Faça isso sucessivamente até terminar o filé.
  4. Tempere os medalhões com sal e pimenta.
  5. Doure os medalhões em fogo médio para dar acabamento. Assim que começar a transpirar vire e doure o outro lado.
  6. Leve ao forno bem quente por 05 minutos ou até chegar no ponto desejado
  7. Na manteiga que onde fritou o filé, adicione o vinho e o amido dissolvido na água e aguarde ferver, até chegar na consistência desejada.
  8. Acerte o sal e a pimenta do molho, adicione sobre os medalhões e sirva bem quente.


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Crônica: Coisa Fina

Um boi é um animal de grande porte.

Naqueles tempos de grande fartura era normal que estes animais chegassem a 600 kg, rendendo uns 350 kg de carne.

Nessa enorme quantidade de carne mãos habilidosas retiravam cuidadosamente aquele pedaço que reinava soberano entre os demais; O filé mignon.

Lembrando que nesta época ainda não tínhamos descoberto a picanha, que fazia parte da alcatra nem a prime rib, ancho, chourizo, ojo de bife, tudo isto era simplesmente o contra filé.

Voltando ao “VIP” da época, sua nobreza não vinha apenas da sua pequena quantidade, dois filés que pesavam uns 2,5 kg cada em meio a tantos outros cortes mais pesados e fartos, mas também da sua consistência muito macia, sem gorduras externas e formato tubular que os franceses cortaram e nomearam em: Tornedós, Chateaubriand, Rôti do boeuf e Escalopes.

Todos estes cortes apareciam nos cardápios dos melhores restaurantes locais, com uma grande variedade de nomes: Oswaldo Aranha, Chateaubriand, A cubana, Suíço, Parmegiana, e o Medalhão, um tornedó enrolado com bacon, entre outros. E os preços equivaliam à fama.

No convite de casamento constava no envelope; “Sylvio Rodrigues Alves e Família”, escrito manualmente com caligrafia desenhada.

A família ocupava a mesa, os sapatos ardiam os pés, a camisa fechada até o colarinho incomodava, mas as vestimentas tinham que combinar com as cadeiras encapadas de branco, talheres como recomendava Catarina de Médicis e todos os demais enfeites.

Na mesa um pequeno “Menu”.

Estiquei meu braço entre taças e talheres, alcancei e li vagarosamente todas as opções. Cutuquei meu irmão e falei baixinho.

Vai ter medalhão de filé mignon: coisa fina.


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